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Título:

HISTÓRIA DA GRANDE REVOLUÇÃO

Autor:

Alfredo Varela

Editora:

Publicação promovida pelo Instituto Histórico-Geográfico do Rio Grande do Sul sob o patrocínio do Governo do Estado

Ano de publicação:

1933

Número de páginas:

3193 (6 volumes)

 OBRA EXTREMAMENTE RARA, DIFÍCIL DE CONSEGUIR E MUITO CARA

Descrição:

 

É a obra mais completa e abrangente sobre a Revolução Farroupilha. São 3193 páginas de pura informação sobre a grande epopéia do povo gaúcho.

Livro escrito por Alfredo Varela, o maior historiador gaúcho de todos os tempos. Seus livros hoje são ilustres desconhecidos, banidos que foram pela historiografia dos maquiavélicos brasileiros.

Conheça também o "Grupo de Estudos 'Alfredo Varela'" para trocar informações com outros interessados no assunto..

   

Conteúdo

VOLUME

      Introito

I

  1. O scenario da epopéa

I

  2. A raça de ouro

I

  3. A saturnia idade

I

  4. Prometheu nos grilhões

I

  5. Torrentes subterraneas

I

  6. O espirito sobre as aguas

 I e II

  7. Vesperas continentinas

II

  8. Crepitação de accendalhas

II

  9. A pralaya redemptora

II e III

10. O mytho da Pampa

III

11. Patria em perigo!

III

12. Ilio renascida

III

13. A quadra aurea

III e IV

14. O idealismo farrapo

V

15. A encrusilhada lendaria

V

16. Primavera sagrada

V

17. A hybernação dos titãs

V

18. To be or no to be

V

19. Troya em chammas

V e VI

20. Res Gestae

 VI

21. O crepusculo dos deuses

 VI

 

 

 

 



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Título:

O RIO GRANDE INDEPENDENTE

Autor:

Alcides Maya

Editora:

 

Ano de publicação:

 1898

Número de páginas:

 

 

Descrição:

 

Pede-me o ilustre autor do RIO GRANDE INDEPENDENTE uma prefação ao seu livro.

Nisto segue o uso, o que eu considero uma inutilidade.
Se a obra é boa de per si, que importa o prefácio? De que serve ele? É apenas uma excrescência.
Se é má, não altera-lhe nem o fundo, nem a forma; por melhor que ele seja não a salvará do naufrágio.

Alcides Maya não há mister de apresentações alheias. Quem escreveu aos dezenove anos o livro: - PELO FUTURO -, onde a par de estudos e conhecimentos que contrastam com tão verdes anos, denota seguro critério filosófico e estético, não precisa, de certo, quem apadrinhe um novo filho de suas lucubrações.

O meu jovem patrício é realmente uma precocidade! Se tomará por veredas literárias, onde a imaginação é o elemento preponderante, não me causaria pasmo

Mas com a extemporaneidade dos frutos de seu talento, ele ultrapassou os limites da ordem natural; começou por onde outros acabam.

Será uma felicidade?

Não sei. Parece-me que encanece, quando os outros principiam apenas a viver.

Galgou de um salto larga época da existência humana, isto é, o período dos sonhos acatasolados, das aspirações ridentes e das paixões ardorosas. Por isso mesmo sua estréia nas letras deu ao Rio Grande do Sul uma glória que não refulgiu nos campos de batalha, ao relampejo das lanças e ao ribombo do canhão, mas na serenidade dos certames das letras e ciências.

Foi desmentido cabal à asserção de que o clima do sul só pode produzir manifestações marciais, asserção subscrita por Adolfo Caminha e refutada por Alcides Maya, de fato e na teoria.

A ignorância de nossa história arrastou o autor da NORMALISTA  a semelhante proposição.

Sempre em armas, tendo pouco mais de um século de existência, o Rio Grande não fruiu dos lazeres que trazem em larga escala a espontânea produção literária, científica e artística.

Não obstante, em todos os ramos da atividade humana apareceram sempre vocações decididas, talentos privilegiados.

Se não tiveram desenvolvimento definitivo e luxuriosa maturidade, a causa deve-se procurá-la no meio social agitado e revolto pelas conflagrações belicosas, que em compensação, imprimiram-nos ao caráter este cunho de vitilidade e força que em vão procurar-se-ia em outra parte do país.

E para prová-lo basta lembrar que em organizações femininas, consagradas à cultura da arte, temos tido maior soma que, qualquer dos outros estados.

Como representantes do período clássico, entre outras nomearemos: Eurydice Barandas e Delphina, a Cega, que publicaram livros; do período romântico: Rita Barém,

Amália Figuerôa, Julieta de Melo, Cândida Fortes, e nos últimos tempos Ana Aurora do Amaral Lisboa, que ocupa lugar proeminente no magistério, na poesia e na arte dramática.

Não devo olvidar nesta enumeração o nome de Luciana de Abreu, que, além de ser uma das mais distintas professoras da capital, na tribuna das conferências colheu copiosa messe de amarantos para a coroa de sua imortalidade. Cristiano Ottoni, ouvindo-a num sarau do
Partenon Literário, ponderou-me maravilhado:

“É caso único no Brasil, uma senhora que assim pense e assim se exprima.”

Quando ela estudava matemática com Antonio Carlos Ennes Bandeira, este elogiando-a um dia por sua aptidão para as ciências exatas, terminou, dizendo-me:

“É um cérebro de homem.”

É para mim a craveira feminil a que serve para aferir a capacidade natural do homem em nossa terra. Se a mulher é de tal ordem, ela que influi poderosamente sobre a nossa índole, sobre a nossa educação, sobre os nossos costumes, sobre cada um de nossos dias, como poderíamos ser-lhe inferiores?

Seria um contra-senso supor-se o contrário.

Se a teoria climaterica não fosse contraproducente em relação a nós, porque só o calor e o frio extremos entorpecem, aniquilam e destroem a atividade e, a vida como, provam a solidão e aridez dos pólos e do Saara, este argumento de per si a derrocaria.

E depois qual a suma de superioridade que nos apresentam?

A imitação grosseira e inconsciente da arte francesa? O verso parnasiano e o naturalismo de Zola?

O primeiro denúncia um período de decadência, em que se rebusca a forma, desprezando o fundo, de onde as vezes um acervo de palavras buriladas em requinte de filigranas, mas cujo sentido é nulo.

O segundo é uma estólida pretensão e a exploração do escândalo.

Naturalismo e documento humano existiram, desde que se esboçaram as primeiras literaturas no seio da humanidade; e quando mais se volve para as origens primitivas, tanto mais próximas e mais manifestas são as relações do homem e da natureza. Senão lede os Vedas, a Ramayana, a Bíblia, Homero, a Kalevala, etc.

Que cenas simples, cheias de verdade decorrem de suas páginas! Até a religião é absolutamente naturalística, porque nela imperam os fenômenos físicos personalizados.

O pretenso romance experimental é mera parvoíce em todas as línguas humanas, porquanto todas elas possuem um vocábulo para o que significa experiência.

Quem jamais experimentou um romance?

Retif de la Bretonne no fim do século passado, melhor que Zola, genialmente, pôs em prática os processos literários que ele usa e impinge como novidades.

O mesmo amor as aberrações; ao escândalo. À linguagem depravada, à pintura dos costumes libertinos, aos casos patológicos de erotismo, aos aleijões morais, tudo isto ele o fez brilhantemente numa época de degradação das letras.

Por que, pois, havíamos de imitar a França que ruiu em Sedam, podre pela corrupção napoleônica?

Não tinha ela reatores, embora em pequeno número, que exibiam os novos moldes no domínio da arte?

Na Inglaterra, na Alemanha, na Rússia, sobretudo, não encontrávamos modelos no estudo psíquico dos personagens, do romance em vez dos estudos dos anfiteatros de anatomia e das deformidades humanas?

Realmente não valia a pena que o Rio Grande entrasse no concurso da poesia alambicada e do romance eivado desse naturalismo que, como um verme, se apascenta nos monturos da sordidez.

A mocidade do Rio Grande dotada de talento educado em conhecimentos sérios, contra isso protestou, e entre seus órgãos de reação distinguiu-se Alcides Maya, que em literatura e filosofia, colima elevado objectivo em ideais supremos.

  

Descrição:

 

 

 

 



Ler o Manifesto

 

 

 

 

Título:

MANIFESTO LIBERTÁRIO

Autor:

Escrito pelo gaúcho Sérgo Álvares de Oliveira
Revisado pelo gaúcho Salini (Pampa Livre)

 

DISTRIBUIÇÃO GRATUITA

Ano de publicação:

2000

Número de páginas:

 


 

Descrição:

 

Excelente exposição do grandioso Sérgio Álvares de Oliveira sobre a necessidade da restauração da Pátria Gaúcha, a República Rio-Grandense.

 

 

 

 

 

 



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Título:

O MODELO POLÍTICO DOS FARRAPOS

Autor:

Moacyr Flores

Editora:

 

Ano de publicação:

1982

Número de páginas:

 

 

Descrição:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 



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Título:

MEMÓRIAS DE JOSÉ GARIBALDI
(GIUSEPPE GARIBALDI)

Autor:

Alexandre Dumas (tradutor)

Idioma:

Português

Ano de publicação:

1907

Número de páginas:

 

 

Descrição:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 



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Título:

Bento Manuel Ribeiro - Seu papel na Revolução (Farroupilha)

Autor:

Alfredo Ferreira Rodrigues

Editora:

 

Ano de publicação:

1906

Número de páginas:

 

 

Descrição:

 


Livro onde o autor defende a participação e atos praticados pelo polêmico Bento Manuel durante a Revolução Farroupilha.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Título:

RES AVÍTA

Autor:

Alfredo Varela

Editora:

Tipografia Mauricio & Monteiro - Lisboa - Portugal

Ano de publicação:

1935

Número de páginas:

572

 

Descrição:

 

O Idealismo Farrapo e a Crítica de escada abaixo - I
Tempos idos e vividos ou Interpretação com espírito de amor - II

Livro escrito por Alfredo Varela, o maior historiador gaúcho de todos os tempos. Seus livros hoje são ilustres desconhecidos, banidos que foram pela historiografia dos maquiavélicos brasileiros.

Conheça também o "Grupo de Estudos 'Alfredo Varela'".

 

Índice

  • Exordio.
  • O Separatismo.  A idealidade farrapa.
  • Em casa de vidro. Provocação a debate sem véus.
  • Uma grotesca psychose. Malaventuras de Quijote.
  • O mytho da Pampa. No amago do passado.
  • No mesmo teclado. Aprofundando o exame.
  • Tradições peregrinas. A versão insuspeitissima.
  • A força das cousas. Separatismo. Castelhanismo. A luzida Hespanha.
  • Censura sem leitura. Manifesta leviandade.
  • Passado, presente, porvir. Nossa Republica. Questão social.
  • Singelos brazões caseiros. Anch'io son pittore.
  • El donoso y grande escrutinio. Mise au point.
  • Um auto de fé. Desvairos de um platinophobo.
  • No mesmo expurgo. Medice, cura te ipsum.
  • Uma escandalosa mystificação. Gamellote de substancia alheia.
  • Uma teratolatria.  Monstro em altar.
  • Ecce homo.  Dous plagios manifestos.
  • Confabulação particular.   Margaritas ante.
  • Divinas graças. Renome da grey continentina.
  • Rasões finaes. Fogo pela frente, costaneira e reçága.
  • Adminiculos ufanadores. Em lustrosa companha.
  • Suma y sigue. Justiça. Obra do tempo.
  • Nos mesmos termos da instancia. Novas claudicações.
  • Juntada esmagadora. Zambeccari, Garibaldi. Negro menoscabo.
  • Razones contra sinrazones. Laicismo. Clericalismo. Theocracia.
  • Rasões de cabo-de-esquadra. Plagios de Fradocca. Eu e a Repulha.
  • A omnisciencia das urnas. Homenagens e contestações.
  • Opportuna recapitulação.  Evidentes psychopathias.
  • Tiro de misericordia. Uma lição mestra.
  • Preludios.  Tempos idos.
  • Historia antiga.   Un redressement.
  • Glozas opportunas. Republica fóra de tempo.
  • Olhos para traz ainda. Gaspar. O salto nas trevas.
  • Flagrante. Koseritz. Ignacio. Achylles. Damasceno. Camargo.
  • O Pantheon liberal. Uma lustrosa galeria.
  • O criterio positivista. Erros nossos e da escola.
  • Grato reencontro. As voltas que o mundo dá!
  • Uma revelação.  A justiça faccionaria.
  • Clamorosas preterições. Os maus começos do regimen.
  • A obra do arbitrio. Democracia ás avessas.
  • O libelo insidioso. Fulminante réplica.
  • Negras lembranças. A aviltadora ochlocracia.
  • O arcano desvendado. Veritas super omnia.
  • Lama em barda. A maledicencia. Carta a Oswaldo Aranha.
  • Antecedencias da tragedia. Solidariedade quand même.
  • Fogo aberto. Barba a barba com Pinheiro Machado.
  • Recentes esclarecimentos. Epistola de Isidoro Lopes.
  • Velhos brazões, novos esmaltes. Ambição ou abnegação? Assis Brasil.
  • Erros sobre erros. Sobrevivencias da Renascença italiana.
  • Desvairo de todos. Demetrio. Ruy Barbosa. Castilhos.
  • Morte exemplificadora. Os funeraes do «Patriarcha».
  • Um grande naufragio. O Mussolini ou Hitler extremenho.
  • Affection agissante. A miniatura de Saint-Just.
  • Mea culpa. As responsabilidades de um fanatico.
  • Drama occulto. Muda sentença. Fugaz idade de ouro.
  • «Julio de Castilhos». Uma apotheose faccionaria.
  • O a l'arma. Um lance historico ignorado.
  • Nas linhas da frente. Sobre as aguas do abysmo.
  • Na refrega e antes della. Devoção á Chamillart.
  • Na plenitude do incendio. O prosélyta da concordia.
  • Justissima reivindicação. Apostolado da boa paz.
  • Invariação da magnanimidade   Getulio Vargas. Revólta de 1932.
  • A cada um o que é seu   Imparciaes depoimentos na querela.
  • Tollitur quaestio.  Testemunhos insuspeitos. Profissão de fé.
  • Retour sur moi-même. No cumprimento de penoso dever.
  • No desenho duma psychè. Escudos e broqueis de ouro.
  • Uma allegoria. Right or wrong, my friend.
  • Si vis amari. Liberdade e amor   Dous magnos problemas.
  • Isempto descortino.   Austero juizo inderruivel.
  • Attenuantes. Politica positiva. Novo Messias   Conceito do Estado.
  • O peccado das opposições. Misero criterio faccionario.
  • A desforra. Imprescriptiveis responsabilidades.
  • Transacta iniciativa regeneradora. Illuminadoras tradições.
  • Ultimos retoques. Menna Barreto. Aureliano Barbosa. A. Varela.
  • Longinquas predisponencias. Obra falha. A de urgencia.
  • Appendice.   Gracinhas,  irreverencias  de   Fradocca.
  • Ferula em Varnhagen, João Ribeiro, Clovis Bevilaqua, Malheiro Dias, S. Roméro
  • Separatismo inilludibilimo. Provança crystalinissima.
  • Menino-Diabo. Uma controversia. Outras duvidas historicas.
  • Carta do egregio Professor Maioli. Additamento.
  • Desvanecedora embaixada.   Autographos de Martins Junior.
  • Carta ou cartel a Pinheiro Machado. Into what pit thou seest.
  • Castilhos e o comtismo. Revelação de Alexandre Stockler.
  • Epistola a Borges de Medeiros. Comovido appelo fraternizador.
  • Heitor Lima. «Opiniões».
  • Uma peça corroborativa. «Perfis parlamentares».
  • Nota final. De alma aberta sempre.
  • Apreços. João Ribeiro. Benedicto Costa. Ricardo Rojas. Malheiro Dias.
  • João Grave. Rocha Pombo.   Waldemar de Vasconcellos.

 

 

   

 

 

 

 

 

 

Título:

COLETÂNEA DE DOCUMENTOS DE BENTO GONÇALVES DA SILVA - 1835/1845

Autor:

Comissão Executiva do Sesquicentenário da Revolução Farroupilha

Editora:

 

Ano de publicação:

1985

Número de páginas:

 

 

Descrição:

 

 

 

 

 

 

 

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Título:

A MORTE DE JOÃO GRANDE
O Padre que Lutou na Guerra dos Farrapos

Autor:

Jorge Brito

Editora:

 

Ano de publicação:

1983

Número de páginas:

 

 

Descrição:

 

"João Grande" não é um romance histórico. Muitos dos atos e fatos são fielmente narrados nos lugares e com as pessoas indicadas, que realmente existiram inclusive o personagem que dá nome ao livro, "um jovem norte-americano ou irlandês, de nome John Griggs, conhecido por João Grande, devido, à sua avantajada estatura” (Lucas Boiteux).  

Foi lendo a página 167 do livro "Garibaldi e a Guerra dos Farrapos", de Lindolfo Collor. (Ed. Civilização Brasileira, 1977) presente de meu filho Nei que soube da existência de João Grande. Um mês depois disso eu já resolvera escrever sobre este estranho e misterioso indivíduo.  

Na "Guerra dos Farrapos" o Sr. Gatilho Goycochea (Ed. 1938, pág. 154) alude a Griggs. Os dois Boiteux, tanto Henrique em "Santa Catarina na Marinha" (Oficinas Gráficas de Liga Marítima Brasileira, pág. 113) como o Capitão de Mar-e-Guerra Lucas Alexandre em "Marinha Imperial na Revolução Farroupilha" (Imp. Naval R.J., 1935, pág. 83) narram pormenores assim, "John Griggs para combater usa um bastão. Cada golpe que descarregava, podia contarse com uma vítima, sem derramamento de sangue. Diz-se que, de consciência tranqüila, acompanhava a queda do adversário repetindo o versículo do Salmo ”Recebe mais este, Senhor, em tua misericórdia!

Em "Memorie Biografiche" de Giuseppe Maria Garibaldi, (Ed. Firenze, 1888) encontrei mais extensas e precisas notícias de João Grande. O Comandante da Frota Farroupilha chama Grigg(s) de "meu companheiro e precursor, de excelente índole, de uma coragem a toda prova e dono de uma constância inabalável”.' Os dois homens eram amigos fraternos!  

Sobre estes dados é que construí o que poderia ter sido a vida de John Griggs, o João Grande. A Guerra dos Farrapos é o pano de fundo.

 

 

 

 

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ROMANCE 



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Título:

MAIS DE 150 ANOS DEPOIS, OS GAÚCHOS PEGAM EM ARMAS E PROMOVEM
A REVOLTA DOS NOVOS FARRAPOS

Autor:

Delmar Marques

Editora:

Proletra

Ano de publicação:

1985

Número de páginas:

200

 

Descrição:

 

Seria possível eclodir outra Revolução Farroupilha agora, mais de 150 anos depois de deflagrada a revolta que abalou o Rio Grande por mais de dez anos? Esta pergunta tem sido feita pelo autor freqüentemente desde que sua peça teatral "Em Farrapos" foi montada em Porto Alegre, em 1978, iniciando um processo de revisão de muitos conceitos em torno deste acontecimento histórico. Neste romance, uma obra de ficção mas fundada em muitas premissas reais no quadro político, econômico e social do Rio Grande do Sul, ele desenvolve a possibilidade de uma nova revolta gaúcha enredando  fantasia e provas materiais, personagens e personalidades, concretizando as aspirações e os temores de muitos.

Jornalista especializado em economia, com sua experiência acumulada em grandes jornais, dramaturgo, escritor, ator, Delmar Marques já percorreu tantas vezes o Rio Grande, acompanhou por quase duas décadas suas transmutações, familiarizou-se com sua história e tradições, para condensar nesta obra uma visão muito particular. Suas previsões podem concretizar-se ou promover reformas capazes de remover os gaúchos da trilha da rebelião social que percorrem atualmente. Só o futuro dirá. Ele não pretende colocar-se, entretanto, como um apocalíptico profeta de um futuro imediato, pincelando com tonalidades fortes e traços objetivos, pintar um quadro muito sincero de suas visões interiores amparadas em observações pessoais críticas e contundentes.

Numa linguagem despojada e envolvente, conduz suas personagens com uma lógica muito clara, absurdamente previsível, que confundirá o leitor nos limites entre  a realidade e o imaginário. Com esse romance o autor mergulhou nas fronteiras entre a fantasia e uma realidade tão fantástica que duvidamos possa estar acontecendo. Mas está. O Rio Grande se endivida, soma déficits, desemprega, expulsa mão-de-obra do campo, estagna e retrocede nos segmentos de produção mais importantes e ficamos todos, cada vez mais, convencidos de que é preciso fazer alguma coisa para mudar.

 

 

 

 

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Título:

LEVANTAMENTO DE FONTES SOBRE A REVOLUÇÃO FARROUPILHA

Autor:

Estagiários do "Projeto Museus"

Editora:

Governo do Estado do Rio Grande do Sul

Ano de publicação:

1983

Número de páginas:

192

 

Descrição:

 

Possui:

  • Guia do acervo do Arquivo Histórico do Rio Grande do Sul
  • Inventário do Acervo do Museu "Júlio de Castilhos"
  • Bibliografia - Biblioteca Pública do Estado
  • Levantamentos Sumários:
    • Arquivo histórico do Rio Grande do Sul - correspondências expedidas e recebidas e atas de sessões das Câmaras Municipais.
    • Arquivo histórico do Rio Grande do Sul - transcrição literal de alguns documentos das Câmaras Municipais de Pelotas e Porto Alegre.
    • Biblioteca Pública do Estado - noticiário divulgado pelo "Correio do Povo", de Porto Alegre, sobre as comemorações do Centenário da Revolução Farroupilha, em agosto de 1935.
    • Museu de Comunicação Social "Hipólito José da Costa" - artigos e notícias divulgadas pelos jornais: O Continentista, O Povo, Diário de Notícias e Correio do Povo.
    • Museu "Júlio de Cstilho" - Descrição sumária das peças e documentos históricos do período farroupilha, que integram o acervo do museu.
    • Descrição sumária do acervo iconográfico referente à Revolução Farroupilha, existente no Museu Júlio de Castilhos, realizada pelo Museu de Artes do Rio Grande do Sul.

Embora não esteja disponível comercialmente, este livro pode ser encontrado com relativa facilidade nas lojas especializadas em livros usados (sebos) de Porto Alegre.

 

 

  

 

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ROMANCE
 

Título:

O PAÍS DOS GAÚCHOS

Autor:

Ivar Hartmann

Editora:

Tchê

Ano de publicação:

198?

Número de páginas:

107

 

Descrição:

 

Foi assim que certa manhã os homens das carretas, retirando umas pedras encostadas a uma parede lateral da tapera, encontraram uma caixa de ferro muito bem conservada e fechada. Aberta, não guardava as patacas de ouro sonhadas, mas cadernos e cadernos de escrita, conservada em páginas amarelecidas.

Da estância para a cidade e depois para a Capital, traçou-se pelos manuscritos o roteiro da vida do farrapo, que escreveu a história que viu ou lhe contaram, guardando estas recordações em envólucro seguro, enterrando-o ao lado da casa, aguardando o momento propício para desenterrá-lo e talvez publicá-lo. Mas veio a morte, a sede da estância trocou de lugar, e por cem anos a verdadeira história da Guerra dos Farrapos permaneceu esquecida.

Coube a mim transcrevê-la dos borradores, dando-lhe feição atual.

 

SUMÁRIO:

  • (Para bem compreender a Guerra dos Gaúchos)
  • Política na Bacia do Prata
  • A Guerra em 1843 - 1844
  • A Campanha contra a Segunda Linha
  • O Ardil de Triunfo - 23 de janeiro de 1845
  • A Tomada de Santa Maria - 5 de fevereiro de 1845
  • O Combate do Ivaí - 8 de fevereiro de 1845
  • O Cerco de Uruguaiana - 24 de fevereiro de 1845
  • A Situação Regional no início de 1845
  • Interregno Platino
  • A Tomada de Rio Grande - 12 de abril de 1845
  • A Margem da Conquista de Rio Grande
  • A Batalha de São Gonçalo - 2 de maio de 1845
  • A Rendição de Porto Alegre - 1 de julho de 1845
  • Anexo

 

 

 

 

 

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Título:

SUL

Autor:

Carlos Zatti

Editora:

Edições ACPAI

Ano de publicação:

 

Número de páginas:

 

 

Descrição:

 

Apesar das páginas heróicas do passado, nossa geração sofreu mutações assimilando a genética dos carneiros, pois, diante de tantos acintes e afrontas, abusos políticos do centro e norte, nosso comportamento tem sido de verdadeiros "cordeiros". Assim, embasamos a nossa tese no fato de que a clonagem aconteceu antes aqui do que na Inglaterra ou Escócia. Aliás, houve, sim, contribuição inglesa e especialmente americana através dos "coronéis eletrônicos", inseminando nossas mentes para a subservência ao capital selvagem internacional.

Neste pealo, curvamo-nos ao autor, pois, veio em boa hora, fruto de sementes e raízes sulinas, espírito de Garibaldi, dizendo as verdades que precisam ser ditas.

... tira a boleadeira, atira o laço, com a adaga em riste, a "pontaços", investe no centro, direita, esquerda e atinge o coração de autores ousados e desinformados, metidos a falar daquilo que não vivenciaram, não conhecem.

Faz justiça e segue os ensinamentos de Rocha Pombo: "... a serviço da verdade ..."

O livro é composto de 6 ensaios:

  • ‘Pitoresca é a História’ da região Sul do Brasil;
  • ‘No Partidor da Tradição’ foram alinhados os baguais campeiros do antanho, os literatos do pampa e os ponteiros do Movimento Tradicionalista Gaúcho;
  • ‘Dos Farrapos’: as mais beles e nobres legendas;
  • 'Abolicionismo’: páginas negras de nossa História, que no Sul do Brasil foram viradas em primeiro lugar;
  • ‘Causas da Revolução Federalista’ foram levantadas, para o julgamento dos leitores e, principalmente, dos historiadores;
  • ‘Sul até quando?’ – Zatti responde com a visão de quem conheceu por dentro o movimento separatista surgido no início da década de 1990, na Região Sul.

 


 

 

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Título:

FUNDAMENTOS DO SEPARATISMO

Autor:

João Nascimento Franco

Editora:

Pannartz

Ano de publicação:

 

Número de páginas:

 

 

Descrição:

 

Neste livro o leitor encontrará um minucioso resumo do que vem sendo escrito há mais de um século por historiadores e cientistas sociais sobre a unidade nacional e as manifestações separatistas resultantes das disparidades regionais geradas, entre outros motivos,  pelo avanço econômico e tecnológico de alguns Estados e pelo subdesenvolvimento de outros.

Visando remediar esses desencontros e salvar a unidade nacional, diversas soluções têm sido aventadas, desde a confederação até a separação, ao longo de acesas polêmicas em que o colonialismo muitas vezes impede um exame realístico do tema e seu enfoque, do ponto de vista histórico e jurídico. Em face dessa controvérsia, o autor assume uma posição clara e definida, ao mesmo tempo em que procura justificá-la com firmeza e convicção.

 

 

 

 

 

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Título:

INDEPENDÊNCIA DO SUL

Autor:

Sérgio Alves de Oliveira

Editora:

Martins Livreiro - Editor

Ano de publicação:

 

Número de páginas:

 

 

Descrição:

 

No primeiro capítulo são abordados aspectos político-históricos brasileiros, Revolução de 1930 e contra-revolução de 1964. Os governos civis da chamada "Nova República" (1985) e sua missão na perpetuação de um dos modelos sociais mais desumanos do planeta.

No segundo capítulo é abordada a forma republicana de governo adotada no Brasil a partir da Constituição de 1891. Mas durante toda a história da República não foi precisamente com o cumprimento dos seus preceitos que a nação enfrentou o seu maior desenvolvimento social, político e econômico. Ao contrário, o desenvolvimento nacional, a revolução nacional, ocorreu durante o não cumprimento dos requisitos republicanos. Mostraremos, sobretudo, que o problema da forma de governo não tem a importância que muitos pretendem lhe dar. Desde que o governo seja exercido com virtude qualquer forma é boa, mesmo na negação da democracia e da república. Veremos ainda que a própria democracia tem servido aos interesses da contra-revolução. Ela serve àqueles que controlam o mundo dos negócios, o capital e a política. Em sua defesa podem se estabelecer as piores tiranias sociais. No Brasil e em muitas outras nações do mundo a democracia serve enquanto mantiver o status quo.

No terceiro capítulo é estudada, em detalhes, a "federação" em prática no país. Mas, pelo esvaziamento dos direitos dos Estados membros, não se pode falar numa verdadeira federação e sim na consolidação do Estado unitário, onde a maior parte dos poderes e dos recursos financeiros concentram-se em mãos da União, o que tem acarretado males que têm ajudado a levar a nação à ruína.

O quarto capitulo é dedicado ao papel do trabalhador na "Nova República", o qual não tem sido diferente do exercido durante a "abertura" dos governos militares. Veremos que o trabalhador realiza à plenitude o papel que lhe foi preparado pela contra-revolução- Nas suas reivindicações ele usa meios que lhe trazem efeitos exatamente contrários aos desejados.
A vã esperança achar que uma nova Constituição poderia mudar o estado de coisas. Essa discussão faz parte do quinto capítulo.

No sexto capítulo iremos trabalhar sobre o Plano Cruzado da "Nova República", mostrando que essa bandeira maior do governo se trata de mais uma medida  em favorecimento da classe dominante, sendo usada como estratégia para a  sua aceitação popular uma lavagem cerebral sem precedentes históricos, talvez só igualada àquela empregada sobre o povo alemão durante o regime nazista.

Mas o ponto culminante deste escrito é objeto dos dois últimos capítulos. Neles buscamos discutir um pouco sobre o surgimento de sentimentos separatistas no extremo sul do País. Mostraremos que as causas principais desses sentimentos residem num primeiro plano na farsa federativa. Desse modo, desesperançado, o Sul deseja arrumar-se a si mesmo. Trata-se, pois, de um nascituro processo de secessão, onde o Sul, ou parte dele, formaria um novo Estado soberano. Todas as condições requeridas para isso estão presentes, como se verá com detalhamentos no momento oportuno.

 

 

 

 

 

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Título:

MANIFESTO GAÚCHO

Autor:

Evaldo Muñoz Braz

Editora:

Martins Livreiro Editor

Ano de publicação:

2000

Número de páginas:

60

ISBN:

85-86232-95-5

 

Descrição:

 

“Muita gente anda no mundo sem saber para quê. Vivem porque vêem os outros viverem” dizia o velho vaqueano Blau Nunes de Simões Lopes Neto. Preocupado com os caminhos das novas gerações de riograndenses, Muñoz Braz faz uma pesquisa em fontes insuspeitas pois em suas palavras “estavam lá” sobre muitas das origens das qualidades atribuídas ao gaúcho histórico.

Opondo-se a corrente atual que prefere posar de imparcial, afetando cosmopolitismo, mas na verdade, como auto promoção ataca cegamente a figura antropológica do gaúcho como um todo, o autor defende a imagem do gaúcho como vital a manutenção de nossa identidade cultural contra a pasteurização globalizante.

Numa seleção de fontes históricas, o autor de forma atraente nos relembra que muitos dos epítetos do gaúcho não são criação de romancistas de maneira pré-elaborada, nos mostra a índole rebelde do gaúcho e entre outras que o processo de atração pela tradição gaúcha de comunidades ou diferentes etnias foi de forma natural.

Este pequeno livro nos ensina a ler nas entrelinhas e interpretar corretamente os antigos viajantes, em sua maioria cientistas, que por aqui passaram.

Como forma de resgate, síntese e estímulo a pesquisas, deve ser lido sem dúvida por políticos, comunicadores, estudantes, universitários, distanciados muitas vezes da cultura gaúcha e que de vez em quando se perguntam ao escutar uma música regional o que aquilo significa, e o que ele próprio significa ao afirmar que é gaúcho.
 

Contra-capa:

"Nesta época de globalização, é incomodo o peso do gaúcho. Na origem ele é um rebelde. No início, os gaúchos arredios à lei, ocasionando um enfrentamento de grupos sociais; as lutas na fronteira agresta e seus reflexos. A idéia da implentação da República. O federalismo. A Revolução Federalista. Quantas vezes a ameaça de fragmentação da União veio do Rio Grande do Sul? ("Aquele corpo estranho ao Brasil, habitado por almas semi-bárbaras egressas do regime pastoril"). Então ele precisava ser eliminado..."

 

 

 

 

 

 

 

Título:

A PÁTRIA PAULISTA

Autor:

Alberto Sales

Editora:

Editora Universidade de Brasília (reedição de 1983)

Ano de publicação:

1887 (primeira edição)

Número de páginas:

118 (reedição de 1983)

 

Descrição:

 


Neste livro, publicado originalmente em 1887, Alberto Sales analisa a viabilidade sócio-econômica, cultural e étnico-geográfica do estado de São Paulo, então província, constituir-se em uma nação livre e independente.
 

CONTEÚDO

1 - Separatismo em face da ciência:

  1. O Problema
  2. A Lei do progresso em biologia
  3. Analogia entre o organismo biológico e o organismo social
  4. A Lei do progresso em sociologia
  5. Conseqüências políticas da lei estabelecida
  6. Comprovação histórica
  7. O Separatismo

 

2 - Vantagens práticas do separatismo:

  1. Autonomia política
  2. Autonomia administrativa
  3. Autonomia do ensino
  4. Autonomia econômica
    Agricultura
    Movimento emigratório
    Vias férreas
    Movimento industrial
    Movimento comercial
    Movimento marítimo
  5. Autonomia financeira

 

3 - Confronto do separatismo com a nacionalidade:

  1. Teoria da nacionalidade
  2. O Separatismo e a nacionalidade
  3. O Separatismo e a federação
  4. O Separatismo e os chefes do partido republicado

 

 

 

 

 

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Título:

PARA LER O PATO DONALD
Comunicação de Massa e Colonialismo

Autor:

Ariel Dorfman e Armand Mattelart

Editora:

Paz e Terra

Ano de publicação:

 

Número de páginas:

 

 

Descrição:

 

O livro analisa a influência do personagem de histórias em quadrinhos na formação cultural como ferramenta para a manutenção do colonialismo norte-americano nos países periféricos.

 

 

 

 

 

 

 

 

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Título:

A HISTÓRIA SECRETA DA REDE GLOBO

Autor:

Daniel Herz

Editora:

Tchê!

Ano de publicação:

 

Número de páginas:

 

 

Descrição:

 

O livro desnuda a história da Rede Globo, sobretudo na época da criação da emissora de TV e a conexão com o Grupo Time-life.

O livro começa narrando um diálogo:

"A voz cabernosa que eu só conhecia através das televisões agradecendo a prêmios na maioria recebidos artificialmente estava lá.
- Quem era o responsável pelo jornalismo da Globo ontem à tarde?
- Pelo jornalismo nacional, Eduardo Simbalista; pelo jornalismo local, eu mesmo, Luís Carlos Cabral.
- É com você mesmo que eu quero falar. Você me desobedeceu.
Confesso, não é vergonha: a mão tremia. Não era medo do desemprego. Era o terror de quem vê desabar sobre si, repentinamente, o próprio Spectro. Jung explica. Mas, sim: a voz era firme.
- Dr. Roberto, se desobedeci foi involuntariamente.
- Você me desobedeceu. Eu disse que não era para projetar e você passou o dia inteiro projetando, dizendo que o Brizola vai ganhar. Você me desobedeceu.
- Mas, dr. Roberto, eu não podia desobedecer a ordens que não recebi..."

 

 

 

 

 

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Título:

AFUNDAÇÃO ROBERTO MARINHO

Autor:

Roméro da Costa Machado

Editora:

Tchê!

Ano de publicação:

 

Número de páginas:

 

ISBN:

85-307-0031-7

 

Descrição:

 

Com este livro o autor oferece, não só ao público tradicionalmente leitor, mas também ao julgamento de toda a sociedade, talvez o título mais polêmico das últimas décadas. Num empreendimento editoral de enorme ousadia, um notável trabalho de investigação jornalística.

Primeiro volume da Trilogia Global, este livro é um empreendimento corajoso que aborda tema considerado por muitos mítico e inenarrável. De indiscutível credibilidade, quer pela fartura documental, quer pela privilegiada autoridade do autor (Roméro foi auditor da Rede Globo, controller [olhos e ouvidos do presidente] da Fundação e assessor da vice-presidência de operações da Globo), a obra enfoca a luta pelo poder, dentro e fora da empresa, e as mais inimagináveis ilicitudes, desde a falsificação de concorrência até a obtenção ilegal de verbas, passando por transações em dólares não registradas (caixa-dois), compra de notas frias para prestação de contas com o MEC, e "operações" envolvendo José Bonifárcio de Oliveira Sobrinho, o Boni, vice-presidente das Organizações Globo e responsável pela vitória de Escrito nas Estrelas, música interpretada por Tetê Espíndola, no Festival dos Festivais. O juri tinha escolhido Mira Ira. Como um jurado não podia saber o voto do outro companheiro, foi fácil para Boni falsificar o resultado.

Na mais poderosa indústria televisiva, o poder fabrica outra espécie de indústria: a política do abuso. Incontáveis personagens - todos com o seu honrado nome de batismo declarado -  envolvem-se em falcatruas que a argúcia e a honestidade quase suicida do autor auscultaram. De forma impiedosa e transparente, este inacreditável reino da safadeza acaba, finalmente, de ser retratado com fidelidade. Afundação Roberto Marinho é um dos livros mais denunciadores que a bibliografia já registrou.

 

 

  

 

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Título:

AFUNDAÇÃO II
Uma biografia de corrupção

Autor:

Roméro da Costa Machado

Editora:

Meus Caros Amigos

Ano de publicação:

1992

Número de páginas:

164

 

Descrição:

 

Nenhuma biografia sobre corrupção estará completa sem "Afundação II - Uma biografia de corrupção", pois nenhum livro contém, até a data desta edição, mais envolvimento de autoridades, mais denúncias sobre a institucionalização da corrupção no país do que "Afundação II".

Aqui são desnudadas instituições como OAB, ABI, Polícia Federal, Receita Federal, Ministério da Fazenda, Ministério da Justiça, o Judiciário como um todo, Senado Federal, no maior acumpliciamento de criminalidade na tentativa de abafar "os crimes da Globo".

Só num livro como "Afundação II" pode ser encontrado o acumpliciamento  da grande imprensa com a Globo e questões como: Fundação Roberto Marinho, um antro de falcatruas; Roberto Marinho pode pegar, no mínimo, 20 anos de prisão; Polícia Federal está na caixinha da Globo; Roberto Marinho, apavorado, tenta destruir a CPI da Globo.

Para quem estava amortecido, entorpecido, com a habitualidade dos escândalos brasileiros, onde se tem quase um escândalo por dia, e nada parece chocar mais em matéria de escândalo, eis que surge, com dados, datas, relatos minuciosos, o maior de todos os livros sobre o assunto, envolvendo: presidente da república, ministro da justiça, superintendente da Receita Federal, membros do judiciário, as maiores autoridades e instituições do país, as revistas e jornais mais conceituados, no maior festival de corrupção presenciado no Brasil.

Surge "Afundação II - Uma biografia de corrupção".

 

 

 

 

Título:

INSIDE GLOBO

Autor:

Roméro da Costa Machado

Editora:

(livro ainda não publicado)

Ano de publicação:

 

Número de páginas:

 

 

Descrição:

 

 Tornar-se-ão compreensíveis, para o grande público, todas as questões nacionais, quando a partir da análise da Rede Globo for verificado:

  • Como é o jogo do poder?
  • Como é a Globo por dentro?
  • Como ela surgiu?
  • Como sobrevive?
  • Como influencia?
  • Como fabrica "verdades"?
  • Como corrompe?
  • Qual a extensão da corrupção?
  • Quem são os envolvidos?
  • Como se sonega grosso?
  • Como e por que é proibido o acesso da fiscalização na Rede Globo?
  • Como é o esquema que envolve fiscal, delegado da Receita, secretário, ministro e o próprio presidente?
  • Como são e estão envolvidas outras autoridades públicas, secretários, ministros, etc.?
  • Como é o tráfico de influência?
  • Como é a corrupção na obtenção de recursos públicos?
  • Como se faz importação ilegal [contrabando]?
  • Como se dribla e atrasa o desenvolvimento tecnológico?
  • Como é a máquina de contrabando?
  • Como se rouba com documento assinado?
  • Como se assalta na bolsa?
  • Como se desvia dinheiro para o Exterior?
  • Como é produzida a miséria nacional?
  • Como se controla, aquecendo e desaquecendo, a injustiça social?
  • Por que as classes mais pobres pagam imposto e os ricos não?
  • Como é o lobby dos colunáveis?
  • Como são protegidos os amigos?
  • Por que não se tributa "indícios exteriores de riqueza"?
  • Por que os fiscais não recebem cotas-partes de multa?
  • Por que é conveniente a "fome controlada"?
  • Como é o esquema de perseguição aos inimigos?
  • Quanta miséria é preciso produzir para se fazer uma fortuna?
  • Como está montado o maior esquema de corrupção do País, capaz de transformar Roberto Marinho em um dos cem homens mais ricos do mundo?

Acompanhe as análises, empresa por empresa. Seus principais personagens. O envolvimento de funcionários, atores, dirigentes e personalidades dos setores público e privado... E a sazonabilidade da falência dos grandes impérios.

  

 

 

 

Título:

ATRÁS DO ESPELHO

Autor:

Roméro da Costa Machado

Editora:

(livro ainda não publicado)  

Ano de publicação:

 

Número de páginas:

 

 

Descrição:

 

O título do livro é uma alusão feita pelo assessor da vice-presidência da Rede Globo, Marcos Bordini, ao antigo restaurante da emissora, que tinha uma das laterais envidraçadas, sendo espelhada por fora e de vidro transparente por dentro. Tendo como resultante a cômica situação de se almoçar olhando pessoas fazendo macaquices diante do espelho: penteando-se, palitando os dentes, testando tipos, caras e bocas, e até mesmo conferindo o hálito.

O livro é isto. Um conjunto enorme de histórias internas da televisão, vistas por trás do espelho, absolutamente desconhecidas do grande público, sob a ótica cruel da realidade. Algumas são cômicas, outras trágicas e criminosas, mas a maioria é estarrecedora: A tribo do caiapó. A ilha Gipóia da Fantasia. O assessor sexual Helmar Sérgio e o Bozó. Assalto e contrabando de armas. Castor "Cordeiro de Deus" de Andrade. O favelado de Osasco. Diogo, camarões e sorvetes. Manias, astrologia e superstição. Francisco Cuoco e o Alberto Roberto. Russo x Renato Aragão = Humor. Daniel Filho x Mário Gomes = Beth Faria. O golpe do Buzzoni e mais um milhão de histórias internas de atores e dirigentes da Rede Globo.

 

 

 

 

 

Disponível em
Video

 

Título:

MUITO ALÉM DO CIDADÃO KANE

Autor:

Geraldo Anhaia Mello

Editora:

Scritta

Ano de publicação:

 

Número de páginas:

 

ISBN:

85-85328-79-7

 

Descrição:

 

Livro baseado no documentário inglês "Brazil: Beyond citizen Kane". Faz uma retrospectiva da história e poder da Rede Globo, desde a sua criação até ~1992, dissecando várias das incontáveis manipulações políticas, econômicas e falcatruas desta emissora.

  

 

 

 

 

 

 

Título:

NOVAS E VELHAS ORDENS MUNDIAIS

Autor:

Noam Chomsky

Editora:

Scritta

Ano de publicação:

 

Número de páginas:

 

ISBN:

85-7320-029-4 

 

Descrição:

 

Mostrando os fatos sob um ângulo incomum - e novo para a maioria das pessoas -, analisando fatos conhecidos sob uma ótica independente e apresentando uma série de informações e dados que nos são sistematicamente ocultados, Chomsky revela um outro mundo por trás daquele que estamos acostumados a ver na mídia. 

  

 

 

 

 

 

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Título:

O QUE O TIO SAM REALMENTE QUER

Autor:

Noam Chomsky

Editora:

UNB

Ano de publicação:

1996

Número de páginas:

156

ISBN:

85-230-0436-X

 

Descrição:

 

Noam Chomsky faz bombástica crítica à política externa do seu país, os Estados Unidos. Em revelações surpreendentes, disseca a guerra fria, a guerra do Vietnã, o combate às drogas nos EUA e na América Latina.. 

  

 

 

 

 

 

 

 

 

Título:

SOBRE A TELEVISÃO

Autor:

Pierre Bourdieu

Editora:

Jorge Zahar Editor

Ano de publicação:

 

Número de páginas:

 

ISBN:

85-7110-411-5

 

Descrição:

 

Composto de 3 textos - os dois primeiros reproduções de um curso do Collége de France transmitido pela televisão francesa - Pierre disseca e desmonta os mecanismos de censura que estão por trás das imagens e discursos exibidos na TV.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Título:

O MUNDO ASSOMBRADO PELOS DEMÔNIOS

Autor:

Carl Sagan

Editora:

Cia das Letras

Ano de publicação:

 

Número de páginas:

 

ISBN:

85-7164-606-6

 

Descrição:

 

Assombrado com a escuridão que parece tomar conta do mundo, onde explicações pseudocientíficas e místicas ocupam cada vez mais os espaços dos meios de comunicação, Carl Sagan acende a vela do conhecimento científico para tentar iluminar os dias de hoje e recuperar os valores da racionalidade.

Principais pensamentos presentes no livro:

  • Principal objetivo do livro é desmistificar o mundo e fazer florescer a ciência.
  • Carl Sagan afirma ser preciso conhecer a ciência para a compreensão do mundo.
  • O autor crítica as religiões de um modo geral pelo fato de elas possuírem doutrinas incontestáveis, verdades absolutas, não admitindo questionamentos. Por outro lado, uma das razões do sucesso da ciência, é que ela tem um mecanismo de correção de erros embutido em seu próprio âmago.
  • A ciência estimula o cientista a procurar seus erros e corrigi-los.
  • Na ciência não existem assuntos delicados demais para serem examinados, nem verdades sagradas. Todos os assuntos podem ser discutidos e examinados afim de chegar a uma resposta.
  • Carl Sagan afirma que prefere o conhecimento, mesmo que isso cause insegurança, do que persistir na ignorância.
  • Por outro lado, ele não questiona as pessoas com crenças religiosas, uma vez que sabe que elas se sentem mais seguras assim.
  • Tanto a crença nos mitos, como a negação da ciência, retratam o medo da sociedade do desconhecido. Aceitam as falsas verdades, que são mais fáceis de aceitar e compreender.
  • Carl Sagan fala que as pessoas costumam aceitar esses mitos, por que eles explicam muitas coisas que as pessoas não tem coragem de encarar, como a morte por exemplo. Elas julgariam a vida muito injusta por lhes causar essa dor.
  • Para Carl Sagan, muitas pessoas não aceitam o fato dos cientistas quererem reduzir o funcionamento da Natureza em leis. Mas é assim que tudo funciona, e se isso é reducionismo, que seja.
  • O livro também da ênfase à relatos de casos sobrenaturais, supostamente vividos por pessoas da sociedade. Esses não podem ser explicados pela ciência, questionando então sua verossimilhança.
  • A má divulgação da ciência, segundo o autor, prejudica sua difusão. Ocorre justamente o contrario com a religião e a pseudociência, que se tornam ainda mais populares. O autor diz que gostaria de um dia ver a ciência ser divulgada de forma clara e estimulante, e acabando com a falsa ciência.
  • Conhecimento significa liberdade.

 

 

 

 

 

 

 

 

Título:

A ARMADILHA DA GLOBALIZAÇÃO
O assalto à democracia e ao bem-estar social

Autor:

Hans-Peter Martin e Harald Schumann

Editora:

Globo

Ano de publicação:

 

Número de páginas:

 352

 

Descrição:

 

A questão é: quem ganha e quem perde com a globalização?
O debate ficará mais acirrado com a publicação de "A Armadilha da Globalização", o polêmico livro traz uma análise corajosa e detalhada de como o livre mercado e a ciranda financeira internacional drenam os recursos das nações, causando o desemprego e o empobrecimento da população.

Hans-Peter Martin e Harald Schumann, os autores de "A Armadilha da Globalização", são jornalistas da revista alemã Der Spiegel. No livro, fartamente documentado, eles apresentam alternativas para salvar a democracia com uma face social e afirmam que, a continuar como está, o mundo caminha para a sociedade "20 por 80", na qual apenas um quinto da população terá trabalho e uma maioria de excluídos receberá pouco mais do que pão e circo.

Martin foi um dos três únicos jornalistas admitidos aos trabalhos da famosa reunião de setembro de 1995 em San Francisco, sobre os rumos da globalização, promovida pela Fundação Gorbachev.

 

 

   

 



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Título:

GLOBALIZAÇÃO, SUBJETIVIDADE E TOTALITARISMO
Elementos para um estudo de caso: O Governo Fernando Henrique Cardoso

Autor:

Euclides André Mance

Editora:

 

Ano de publicação:

 

Número de páginas:

 

 

Descrição:

 

O objetivo deste livro é realizar uma crítica conceitual do globalitarismo, tomando como caso particular para análise o governo de Fernando Henrique Cardoso. Ao final são apontados, também, alguns elementos gerais alternativos a este modelo. Nas observações preliminares é desenvolvida uma reflexão bastante didática, visando fornecer ao leitor uma compreensão básica dos mecanismos que conformam o Plano Real e que têm possibilitado assegurar a estabilidade da moeda no país - sob os cânones do neoliberalismo - desde 1994. Esclarecemos as principais propostas retomadas no Consenso de Washington, analisamos a implantação do neoliberalismo no Brasil após a transição da ditadura militar para a democracia liberal em meados dos anos 80 e explicamos o Plano Real em suas três fases constitutivas, que envolveram os dois últimos governos federais, o de Itamar Franco e o de Fernando Henrique Cardoso. Apresentamos também os beneficiados e perdedores com estas políticas de estabilização monetária, o significado das reformas constitucionais para a manutenção do Real, o objetivo da defasagem do câmbio e das elevadas taxas de juros, sua relação com o crescimento da dívida interna, do desemprego e, por fim, a dependência cada vez maior de capitais internacionais para a manutenção da estabilidade econômica brasileira.

 

 

 

 

 

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Título:

BASES DO AUTORITARISMO BRASILEIRO

Autor:

Simon Schwartzman

Editora:

Campus 

Ano de publicação:

 

Número de páginas:

 

 

Descrição:

 

Poucos se surpreenderiam hoje com a afirmação de que o Brasil é um país de longa tradição autoritária. No entanto, o entendimento adequado dessa tradição cuja origem se prende aos padrões de relacionamento havido entre o Estado e a sociedade brasileira só começou a ser buscado de forma mais sistemática nos últimos quinze anos, em parte pelo traumatismo causado pelas experiências autoritárias mais recentes, e em parte também pela abertura de novos horizontes intelectuais e analíticos entre os estudiosos da realidade social e política do país. Este livro pretende ser uma contribuição para esse entendimento.

 

 

 

 

 

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Título:

VOCABULÁRIO SUL RIO-GRANDENSE

Autor:

J. Romaguera Corrêa

Editora:

 

Ano de publicação:

 1898

Número de páginas:

 

 

Descrição:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Título:

COLLECÇÃO DE VOCÁBULOS E FRASES USADOS NA PROVÍNCIA DE SÃO PEDRO DO RIO GRANDE DO SUL

Autor:

 

Editora:

Ano de publicação:

1856

Número de páginas:

 

 

Descrição:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Título:

FARRAPOS - Jornal de um Impressionista

Autor:

Luiz Botelho

Editora:

Ano de publicação:

1892

Número de páginas:

 

 

Descrição:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Título:

O MONARCA DAS COXILHAS
Drama em três atos de costumes do Rio Grande do Sul

Autor:

Augosto Cesar de Lacerda

Editora:

Ano de publicação:

1867

Número de páginas:

 

 

Descrição:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

  

 

 

Título:

GENOCÍDIO AMERICANO: A GUERRA DO PARAGUAI

Autor:

Julio José Chiavenatto

Editora:

Brasiliense

Ano de publicação:

 

Número de páginas:

 

 

Descrição:

 

O povo livre do Paraguai pega em armas para lutar contra um exército de escravos e mercenários.
Escrito por um brasileiro, este é um livro fundamental para aqueles que desejam conhecer uma das maiores atrocidades de guerra de toda a  história da humanidade, cometida pelos brasileiros.

Estes são alguns dos episódios do "heroismo" brasileiro nesta guerra e narrados no livro:

  • Obrigavam os prisioneiros paraguaios a lutarem contra seus próprios irmãos paraguaios;
  • Duque de Caxias ordenou que fossem jogados cadáveres coléricos no Rio Paraná para contaminar e matar a população civil ribeirinha;
  • O Conde d'Eu, comandante dos brasileiros, mandou  degolar todos os prisioneiros paraguaios na sua captura;
  • Esse mesmo Conde, "herói" brasileiro, mandou fechar o hospital de Peribebuy, mantendo no interior todos os enfermos - maioria de velhos e crianças - e mandou incendiá-lo. A tropa brasileira cercava o hospital em chamas e empurava à ponta de baioneta para dentro das chamas os enfermos que milagrosamente tentavam sair;
  • Na batalha de Acosta Ñu 20 mil soldados comandados pelo "herói" brasileiro Conde d'Eu atacaram a última linha de resistência paraguaia, composta por 3500 soldados-crianças com idades entre 6 (seis) e 14 (catorze) anos. Após a batalha as mães destes pequenos soldados sairam do mato para resgatarem os cadáveres e socorrerem os poucos sobreviventes quando então o "herói" brasileiro mandou incendiar a macega, matando queimadas as crianças e suas mães.

Estes são os números proporcionados pelas "vitórias" basileiras:

  • 75,75% da população paraguaia foi morta;
  • 99,50% dos homens adultos do Paraguai foram mortos.

Ao mesmo tempo em que praticavam este genocídio discarado os brasileiros propagavam ao mundo que os paraguaios eram cruéis, sanguinários, bárbaros, selvagens, etc., numa das maiores campanhas de difamação de todos os tempos.

 

 

 

 

Título:

O LIVRO NEGRO DO CAPITALISMO

Autor:

Gilles Perrault (organizador)

Editora:

Record

Ano de publicação:

1999

Número de páginas:

546

ISBN:

8501056561

 

Descrição:

 

Costuma-se dizer que o capitalismo é um estado natural da humanidade. Assim, se o capitalismo tem suas catástrofes, essas são igualmente catástrofes naturais, sem rosto, sem responsável. Afinal, como responsabilizar o índice Dow Jones? Como odiar uma instituição como o FMI? O LIVRO NEGRO DO CAPITALISMO é uma obra atual, séria e documentada sobre aspectos essenciais de um modelo econômico, de uma ideologia e de uma política que, na sua prática, têm — ao longo da história e em todo o mundo — produzido injustiça, discriminação, desigualdade e exclusão social.
Organizado por Gilles Perrault, esta obra reúne artigos de historiadores, economistas, sociólogos, sindicalistas e escritores como Jean Suret-Canale, Phillippe Paraire, Claude Willard, Pierre Durand, François Delpla, Robert Pac e Jean Ziegler. Cada um escolheu sobre que variável do capitalismo escrever: Escravidão, repressão, tortura, violência, roubo de terras e recursos naturais, criação e divisão artificial de países, imposição de ditaduras, embargos econômicos, destruição dos modos de vida dos povos e das culturais tradicionais, devastação ambiental, desastres ecológicos, fome e miséria.
Mas que adversário real ainda pode existir para o capitalismo, depois de ele ter vencido todas as batalhas? Para Gilles Perrault, o adversário é a multidão civil envolvida no processo. “O fantasma daquela multidão deportada da África para as Américas, daqueles sacrificados nas trincheiras de uma guerra absurda, daqueles queimados vivos pelo napalm, torturados até a morte nas celas dos cães de guarda do capitalismo, os fuzilados na Espanha, os fuzilados na Argélia, as centenas de milhares de massacrados na Indonésia, os que foram quase erradicados, como os índios das Américas, os que foram sistematicamente assassinados na China para garantir a livre circulação do ópio. De todos aqueles, as mãos dos sobreviventes receberam a chama da revolta do homem a quem a dignidade foi negada. As mãos quase inertes das crianças do Terceiro Mundo diariamente mortas aos milhares pela subnutrição, as mãos descarnadas dos povos condenados a pagar os juros de uma dívida que serviu apenas para enriquecer seus dirigentes, as mãos trêmulas dos que mendigam ao lado da opulência. Mãos que ainda irão se unir.”

 

 

  

 

 

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A revista
"Catolicismo"
publicou uma
sinopse do livro

Título:

O LIVRO NEGRO DO COMUNISMO

Autor:

Stéphane Courtois, Nicolas Werth, Jean-Louis Panné, Andrzej Paczkowski, Karel Bartosek e Jean-Louis Margolin

Editora:

Bertrand Brasil

Ano de publicação:

1999

Número de páginas:

956

ISBN:

8528607321

 

Descrição:

 

Ao contrário da repressão episódica e acidental das ditaduras latino-americanas, a violência comunista se tornou um instrumento político-ideológico, fazendo parte da rotina de governo. O mais completo estudo existente do comunismo, sob o prisma de suas atrocidades, está em O Livro Negro do Comunismo. Esta espécie de enciclopédia do comunismo revela, em oitenta anos de regimes comunistas, um saldo de quase 100 milhões de mortos, com a esmagadora maioria de vítimas nos dois gigantes do marxismo-leninismo, a União Soviética e a China

A aritimética macabra do comunismo assim se classifica por ordem de grandeza –. China (65 milhões de mortos); União Soviética (20 milhões); Coréia do Norte (dois milhões); Camboja (dois milhões); África (1,7 milhão); Vietnam (um milhão); América Latina (150 mil, sendo em torno de 300 no Brasil). O comunismo fabricou três dos maiores carniceiros da espécie humana – Lenin, Stalin e Mao-Zedong.

Importante documento de resgate histórico, O Livro Negro do Comunismo passa a limpo os fenômenos totalitários do Terror Vermelho. 

 

 

 

 

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Título:

A ILUSÃO AMERICANA

Autor:

Eduardo Prado

Editora:

(reimpresso e republicado por diversas editoras)

Ano de publicação:

1894

Número de páginas:

194

 

Descrição:

 

A primeira edição foi confiscada e suprimida por ordem do governo brasileiro, tendo sido reimpressa, em português, na Inglaterra, no ano de 1894.

Este livro foi escrito por ocasião da proclamação da república brasileira. Ciente de que tal proclamação era apenas e tão somente um mergulho irreversível na fossa abissal do mais exacerbado colonialismo norte-americano, o monarquista Eduardo Prado escreve este livro-denúncia, no qual relata, com maestria, dezenas de intervenções (econômicas, políticas e militares), logros, extorções, roubos e outros atos de vandalismo internacional praticados pelos Estados Unidos da América, mas raramente retratados pela historiografia oficial.

Sobre este livro o próprio autor escreve:

Este trabalho, já editado no Brasil e agora reimpresso no estrangeiro, mereceria vir de novo à luz, ainda na falta de próprio interesse.

Este despretensioso escrito foi confiscado e proibido pelo governo republicano do Brasil. Possuir este livro foi delito; lê-lo, conspiração; crime, havê-lo escrito.

Antes da dolorosa provação que sob o nome de república, tanto tem amargurado a pátria brasileira, nenhum governo se julgou fraco e culpado ao ponto de não poder tolerar contradições ou verdades, nem mesmo as de uma crítica impressoal e elevada.

Eram jovens nossos bisavós quando foi extinto o Santo Ofício. Desde então, em nosso país, nunca o poder ousou interpor-se entre os nossos raros escritores e o seu escasso público. Julgavam todos definitiva esta conquista liberal, mas o governo republicano do Brasil, tristemente predestinado a reagir sempre contra a civilização, a  todos desenganou. Na república o livro não teve mais liberdade do que o jornal, do que a tribuna, nem mais garantias do que o cidadão.

Disse um romano que os livros tem o seu destino. O deste não foi dos piores, honrado, como foi, com as iras dos inimigos da liberdade. A própria Verdade não proclamou felizes os que sofrem perseguição pela justiça?

Londres, 7 de novembro de 1894.

Eduardo Prado

 

A nota a seguir (em português da época), sobre o livro, foi publicada pela Editora Brasiliense, em sua edição de 1958:

Nota dos Editôres

Eduardo Prado era monarquista. Filho de uma aristocrática família paulista de fins do século passado, levou a vida brilhante de um diletantti da inteligência que Eça de Queirós retrata em Jacinto, personagem do seu romance, a "Cidade e as Serras." Se Eduardo Prado em muitos aspectos é o Jacinto de Eça de Queirós, em muitos outros dêle difere. Era no fundo um homem de ação, a quem a riqueza levou a princípio, a contemplar a vida como espectador. Não se pode dizer que na sua mocidade viajou o mundo todo, pois a sua vida não passou da mocidade. Morreu efetivamente aos quarenta e um anos de febre amarela contraída no Rio de Janeiro onde fôra proferir uma conferência no Instituto Histórico e Geográfico, por ocasião do III Centenário de Anchieta — conferência qualificada por Rui Barbosa como " um dos primores da língua portuguêsa, no fundo e na forma."

A Proclamação da República no Brasil ia atrair Eduardo Prado para a política, onde militou como jornalista defensor do regime deposto. O seu aparecimento se deu com uma série de artigos publicados em Portugal, criticando o regime implantado no Brasil, e que constituem o seu livro "Fastos da Ditadura Militar no Brasil." Revelou-se então Eduardo Prado o que êle havia de serem tôda a sua curta vida: polemista brilhante, de estilo vivo e sarcástico, homem de imensa cultura.

O seu livro "A Ilusão Americana", que escreveu com o objetivo de combater o servilismo com que os dirigentes da nova república procuravam imitar os Estados Unidos, foi apreendido pela polícia. Escreveu-o em sua fazenda do Brejão que ainda hoje subsiste intacta no município de Santa Cruz das Palmeiras, com a mesma sede e os eucaliptos, hoje frondosos, cujas mudas êle próprio trouxe da Austrália e de onde se originaria a idéia da sua aclimatação em nosso pais. Advertido que havia uma ordem do govêrno federal para a sua detenção, viajou a cavalo até a Bahia, onde embarcou para a Europa.

Eduardo Prado não compreendeu a República. Não compreendia o surto das novas fôrças econômicas e culturais latentes no povo brasileiro e que exigiam uma nova estrutura política e social para se desenvolver. Nessas condições Eduardo Prado também não compreendeu os Estados Unidos que os republicanos em nosso país tomavam (é verdade que com imensa ingenuidade) como modêlo.    Nos Estados Unidos êle viu principalmente o aspecto brutal da competição econômica; a falta de polimento de uma sociedade que a ânsia de riqueza levava a desbravar todo um continente, em luta contra tôdas as fôrças que se antepunham à sua expansão.

Não compreendera o papel revolucionário que o surto das fôrças econômicas orientadas pela burguesia desempenhou no mundo e não podia prever, como não previam os nossos republicanos, a formidável concentração dessas fôrças que se processaria em mãos de uns poucos homens de negócios, os mais audaciosos e os mais inescrupulosos, e a verdadeira ameaça que tais fôrças viriam representar para o livre desenvolvimento das demais nações. Eduardo Prado foi, portanto, profeta sem saber e a sua obra "A Ilusão Americana" vale pela revelação das fôrças de dominação que foi encontrar na história dos Estados Unidos e que hoje se apresentam claras em sua política internacional, quando as fronteiras dos Estados Unidos se mostraram demasiadamente estreitas para conter a pujança de sua economia.

Eduardo Prado faleceu em 1900, dois anos depois da conquista das Filipinas pelos Estados Unidos, isto é, quando êste país apenas se encaminhava pela estrada franca do imperialismo. O seu livro, afora as suas qualidades literárias de valor pouco comum, vale pela denúncia que faz dos métodos norte-americanos, no fundo inerentes à finalidade de lucro que move a economia capitalista, a qual encontrou possivelmente na América do Norte as condições mais favoráveis para o seu desenvolvimento.

Hoje os que se insurgem contra a dominação econômica dos Estados Unidos, encontram em Eduardo Prado um aliado. Ele sentiu e denunciou o que havia de odioso no regime econômico capitalista, fato que, entretanto, atribui a uma nacionalidade. Aí o seu êrro. Estava, porém, certo quando denunciou os vícios de um sistema, os quais assumiriam proporções gigantescas na era do imperialismo em que vivemos.

 

 

 

 

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Título:

GRÃ-FINOS NA GLOBO

Autor:

Roberto Ramos

Editora:

Vozes

Ano de publicação:

1986

Número de páginas:

128

 

Descrição:

 

O livro de Roberto Ramos nos apresenta um estudo detalhado e extremamente minucioso e inteligente dum fenômeno interessante: como se criam realidades e se fatura econômica e politicamente, através da grande criação da televisão brasileira: as novelas. O estudo é fascinante. Por que uma coisa é dizer que as novelas alienam, fazem propaganda, condicionam os telespectadores. Outra coisa é ver alguém sentar-se horas, dias, semanas e até meses diante da televisão e documentar, passo a passo, ponto a ponto, a trama envolvente e capciosa dum enredo, que muda ou se adapta, de acordo com os interesses do cifrão.

 

 

 

 

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Título:

MANIPULAÇÃO & CONTROLE DA OPINIÃO PÚBLICA
A grande imprensa e o Plano Cruzado

Autor:

Roberto Ramos

Editora:

Espaço e Tempo

Ano de publicação:

1988

Número de páginas:

130

ISBN:

85 85114-36-3

 

Descrição:

 

A maior farsa da História brasileira foi o Plano Cruzado. Até 28 de fevereiro de 1986, se enganava a subnutrição e a injustiça social, usualmente, com o circo. O pacote da “Nova República” se especializou, explorando o pão, para enganar a fome, com tabelas da Sunab. Prometeu acabar com a inflação, através de um decreto-lei.

O governo Sarney, de pouco fôlego, carente de legitimidade e sem voto, faturou em cima da miséria do povo. Nomeou os brasileiros e brasileiras, como seus “fiscais” de preços nas portas do comércio, sujeitando-se a avalizar um decreto, arma da ditadura. Transformou os seus equívocos econômicos em tropelias policialescas, cuja a vítima, mais uma vez, foi o próprio povo, com salários arrochados.

O plano institucionalizou o fascismo. Buscava a unanimidade nacional. Havia um inimigo comum: a inflação e declarou-se guerra a ela. Eliminaram-se as contradições de classe. Exploradores e explorados brindavam e confraternizavam à “inflação zero”. Só podia dar certo graças à adesão fiel dos meios de comunicação. Sarney atingiu os seus objetivos imediatos. Venceu as eleições de 15 de novembro de 1986.

 

 

 

 

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Título:

JOGO DURO

Autor:

Mário Garnero

Editora:

Best Seller

Ano de publicação:

1988

Número de páginas:

274

 

Descrição:

 

De Juscelino a Sarney, a trajetória de um empresário na gangorra do poder.
Em Jogo Duro, Mário Garnero conta o outro lado do rumoroso caso Brasilinvest, e revela como um problema financeiro se tornou uma questão pessoal nos gabinetes de Brasília.
Ao refazer sua trajetória como cidadão e empresário, vai mostrando também os bastidores da política e da economia, os fatos e personagens da cena brasileira nos últimos trinta anos, da fase de ditadura aos dias de transição.
Jogo Duro é um forte retrato que expõe com nitidez o tabuleiro de xadrez do Brasil, onde os papéis de peão e de rei se alternam ao sabor dos acontecimentos.
• Como Juscelino foi humilhado
• No fogo-cruzado da distensão
• O Brasilinvest inventa o esparadrapo
• A sucessão tem um enfarte
• Como
Lula pôs fogo no ABC e não saiu queimado
Lula, um líder sob encomenda
• Pombo-correio de Tancredo Neves
• Um bilhão para a caixinha do PMDB
• Os japoneses da NEC, a Rede
Globo e Antônio Carlos Magalhães unidos em um golpe de centenas de milhões de dólares

E muitas outras revelações surpreendentes.

 

 

  

 

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Título:

FUTEBOL: IDEOLOGIA DO PODER

Autor:

Roberto Ramos

Editora:

Vozes

Ano de publicação:

1984

Número de páginas:

115

 

Descrição:

 

No Brasil, o futebol é discutido a nível de axioma. Os seus admiradores revestem-no de uma importância mágica, sem provar nada. De outro lado, os seus críticos consideram-no alienante. No entanto, repetem o mesmo comportamento dos primeiros. Não fazem demonstrações.

O livro Futebol: Ideologia do Poder é um trabalho, essencialmente, de pesquisa. Estuda o futebol contextualizado na sociedade brasileira. Para melhor compreendê-lo, demonstra os espaços que os meios de comunicação dedicam-lhe. Eles fetichizam-no, atribuindo-lhe um valor exagerado.

O futebol, assim tratado,  significa bem mais do que um esporte. É um Aparelho Ideológico do Estado. Mistifica e legitima o "status quo".

Desestabiliza as contradições do capitalismo. Com gols, times e campeonatos, diminui as possibilidades de compreensão das relações de produção. Mantém o proletariado escravizado à dominação e à exploração, inviabilizando o pensamento.

O livro se destina a um público amplo: aqueles que pensam e os que tentam fazê-lo. Entretanto, é inegável a sua relação com o mundo universitário, sobretudo, com os alunos e professores de Comunicação Social.

  

 

 

 

Título:

MÁFIA VERDE
O ambientalismo a serviço do Governo Mundial

Autor:

(não consta)

Editora:

EIR Executive Intelligence Review

Ano de publicação:

2002

Número de páginas:

316

 

Descrição:

 

Este livro foi elaborado para demonstrar que o movimento ambientalista internacional e sua vasta rede de organizações neo-governamentais (ONGs), nada tem a ver com uma pretensa proteção do meio ambiente. Ao contrário, ele serve a uma hábil estratégia da oligarquia anglo-americana para obstacularizar os esforços de desenvolvimento sócioeconômico em escala global...

  

 

 

 

 

Título:

MÁFIA VERDE 2
A
mbientalismo - Novo colonialismo

Autor:

Geraldo Lino, Lorenzo Carrasco, Nilder Costa, Silvia Palacios

Editora:

 

Ano de publicação:

 

Número de páginas:

 

 

Descrição:

 

Sob o disfarce de uma causa nobre, o movimento ambientalista-indigenista internacional e seu exército de organizações não-governamentais (ONGs) representa hoje um dos maiores entraves ao progresso da humanidade. Lançado em 2001, o livro Máfia Verde: o ambientalismo a serviço do Governo Mundial - em nona edição e com mais de 17.000 exemplares vendidos - se converteu em um importante fator de esclarecimento sobre a agenda real desse aparato de guerra irregular.

A presente seqüência atualiza os avanços da "máfia verde" no Brasil, visando aprofundar a conscientização da cidadania sobre a sua agenda anti-humana, antidesenvolvimentista e ditada do exterior, como uma nova forma de colonialismo.

 

Indice:

. O ambientalismo como um novo colonialismo

· Uma ideologia anticivilizatória e antinatural

· A "carta indigenista" contra o Estado nacional

· Raposa/Serra do Sol, rebelião em Roraima

· A "ponte" Cerrado-Amazônia e a integração sul-americana

· A indústria madeireira na alça de mira

· Energia: do facão ao "apagão"

· O assalto obscurantista contra a biotecnologia

· A indústria de camarões na rede ambientalista

· As ONGs no governo

· A farsa do desarmamento civil

 

Pedidos (informação atualizada em 2009):
editor@alerta.inf.br ou pelos telefones (+55) 21-2551-9442, (+55) 21-2532-4086 ou (+55) 21-8665-0031

  

 

   

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Título:

Ianoblefe
o jornalismo como ficção

Autor:

Janer Cristaldo

Editora:

 

Ano de publicação:

 

Número de páginas:

 

 

Descrição:

 

O ano de 1993 ficará na história do jornalismo como o do maior blefe já registrado na imprensa nacional e internacional, o "massacre" dos ianomâmis que, mesmo sem ter ocorrido – até hoje não se tem prova material alguma de qualquer chacina – provocou lesões irremediáveis na imagem do Brasil no exterior e terá reflexos no desmembramento territorial do país.

Esta pesquisa não é uma acusação a colegas de redação. É reflexão sobre uma velocidade de processamento de texto que faz o jornalista preocupar-se com vírgulas e acentos e deixar de lado o fundamental: houve ou não houve o fato? Onde está a prova, o corpo de delito?

     A Justiça brasileira demorou um ano e alguns dias para oficializar a morte de Ulysses Guimarães, ocorrida em 12 de outubro de 1992. Há foto do deputado entrando no helicóptero que caiu no mar, foram encontrados os corpos do piloto e de sua mulher, há uma evidência absoluta da morte do parlamentar. Somente em 24 de setembro de 1993, sua morte foi reconhecida pelo juiz Paulo César de Almeida Sodré. Oficialmente, no entanto, Ulysses só foi considerado morto em 15 de outubro de 1993, quando o despacho do juiz foi publicado no Diário Oficial da União. Esta demora de um ano para o reconhecimento de uma morte evidente deveu-se ao fato de que o cadáver do deputado não havia sido encontrado. As autoridades brasileiras, em 24 horas, definiram como genocídio um suposto massacre sem cadáver algum, "ocorrido" na Venezuela.

     Já foram encontrados os corpos do czar Nicolau II e da família imperial russa, assassinados pelos bolcheviques em 1918, e até hoje não temos um único indício de uma chacina ocorrida em agosto de 1993, com repercussões internacionais que ameaçam a soberania do Brasil sobre seu território. Tivemos 19 mortos, depois 40, depois 73, depois 89, depois 120, depois 16, quando de fato não houve – e até hoje não há – nenhum. Enfim, dispõe-se de uma ossada, de data de morte incerta, que não evidencia massacre nem dá indícios do assassino.

     O ministro da Justiça, Maurício Corrêa, contentou-se com esta ossada antiga para denunciar, de imediato, genocídio. A Polícia Federal, apesar das continuadas declarações de que não havia provas do crime, não hesitou em fazer um relatório, mais de dois meses depois da data da "chacina", denunciando 23 garimpeiros pelo assassinato de 16 índios, dos quais não se tem sequer um pedaço de osso, a não ser nas declarações de índios e funcionários da Funai. Há fotos de cabaças que conteriam as cinzas dos corpos cremados. Mas não podem ser examinadas, pois são "sagradas".

     Sem prova alguma de nada, a Procuradoria da República denuncia por crime de genocídio 24 garimpeiros (inicialmente, seriam 23). É a primeira vez que o Ministério Público apresenta à Justiça brasileira este tipo de denúncia. Os 24 indiciados no genocídio podem ser condenados a 30 anos de prisão.

     Parlamentares, bispos e cardeais, diplomatas, policiais, militares, jornalistas, todos foram envolvidos pela chacina e dela se tornaram cúmplices. Congresso Nacional, Forças Armadas, Conselho de Defesa Nacional, Igreja Católica, imprensa nacional e internacional, enviados especiais e correspondentes do exterior, governo brasileiro e governos estrangeiros, todos caíram no conto do massacre, contado inicialmente pelo índio Antônio e pelo senhor Cláudio Romero.

     Havia um cheiro de chacina no ar, um desejo de tragédia na ponta dos dedos dos comunicadores. Com a queda do muro de Berlim e o desmoronamento da União Soviética, qualquer bandeira nova, mesmo esfarrapada, vem bem. Eivada de uma filosofia terceiro-mundista, a intelligentsia brasileira apostou tudo no blefe.

     O massacre dos 62 ashaninkas no Peru – ocorrido no mesmo mês em que se denunciava a suposta chacina dos ianomâmis – não rendeu manchete mais que um dia. Tampouco gerou protestos internacionais. Índio peruano não serve como bandeira. Por um lado, o Peru não tem uma Amazônia tão vasta e apetitosa como a brasileira. Por outro, o Sendero é movimento que também se opõe ao branco ocidental, logo compagnon de route. Decididamente, os 62 bugres peruanos não mereciam mais que algumas linhas da mídia.

     A presente pesquisa se atém fundamentalmente a dois jornais, entre os mais importantes da imprensa do país e, conseqüentemente, latino-americana: o Estado de São Paulo e a Folha de São Paulo. Em verdade, toda a imprensa nacional – e internacional – assumiu o massacre. Se com apenas uma análise rápida do noticiário destes dois jornais, a affaire se torna cansativa, a inclusão de outros tornaria o estudo enciclopédico e redundante. Veja e Istoé – na condição de semanários de porte do país – não deixam de entrar no baile, como também – em menções sucintas, alguns dos principais jornais da Europa e Estados Unidos.

     As diferenças de grafia de substantivos, comuns ou próprios, seguem os critérios de redação do jornal em que as notícias foram publicadas.

  

 

Título:

Diversity and Self-Determination in International Law

Autor:

Karen Knop

Editora:

Cambridge University Press

Ano de publicação:

1 edition (May 13, 2002)

Número de páginas:

460

 

Descrição:

 

The emergence of new states and independence movements after the Cold War has intensified the long-standing disagreement among international lawyers over the right of self-determination, especially the right of secession. Karen Knop shifts the discussion from the articulation of the right to its interpretation. She argues that the practice of interpretation involves and illuminates a problem of diversity raised by the exclusion of many of the groups that self-determination most affect.

Conteúdo do livro Diversity and Self-Determination in International Law

 

  • ISBN-10: 0521781787
  • ISBN-13: 978-0521781787
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